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Notícias - 2 semanas atrás

Mostra de filmes de terror, concertos e espetáculo de dança são destaques da SEC para o fim de semana

Amazonas Filarmônica apresentará “Concertos para Juventude”, no Dia dos Pais
Foto: Michael Dantas/SEC

Concertos da Orquestra de Violões do Amazonas e Amazonas Filarmônica, encerramento da Mostra de Filmes de Terror, espetáculo do Corpo de Dança do Amazonas (CDA), projeto Sonora Brasil Sesc são alguns dos destaques da agenda do fim de semana nos espaços da Secretaria de Estado de Cultura (SEC). Confira a programação:

Sexta-feira (9/8) – O Centro Estadual de Convivência do Idoso (Ceci), localizado no bairro Aparecida (rua Wilkens de Matos), realiza a tradicional Tarde Dançante, com o Bolerão do Ceci, das 14h às 19h, nesta sexta-feira. O evento é aberto ao público e a classificação, livre.

Às 16h, o Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA – antiga Bola da Suframa) terá a “Sexta na Dança”, com diversas atividades, apresentações musicais e dos grupos de terceira idade. Às 19h, a programação encerrará com um show de Nunes Filho. O acesso é gratuito.

Às 16h30, a Mostra Manaus Filme Horror Fantástico continua a programação no Teatro Gebes Medeiros (avenida Eduardo Ribeiro, nº 937, Centro), com a exibição de curtas nacionais – a classificação indicativa é para 12 anos. Já às 18h30, a Mostra exibe o longa “Fábulas Negras”, que tem classificação para 16 anos. A entrada é gratuita.

Às 19h, o Teatro da Instalação (rua Frei José dos Inocentes, Centro) recebe apresentação do projeto Sonora Brasil Sesc, que, na 22ª edição, traz o tema “A Música dos Povos Originários do Brasil”. Nesta sexta, se apresentam os grupos Dzubucuá, do povo Kariri-Xocó, e Memória Fulni-ô, do povo Fulni-ô. A entrada é gratuita e a classificação, livre.

No Teatro Amazonas, a partir das 20h, a Orquestra de Violões do Amazonas (Ovam) reapresenta o concerto “Mistura Brasileira’’, que conta com um repertório de samba, maracatu, chorinho e bossa nova. Ó espetáculo tem entrada gratuita e  classificação livre.

Orquestra de Violões do Amazonas (Ovam)
Foto: Michael Dantas/ SEC

Sábado (10/8) – O último dia da Mostra Manaus Filme Horror Fantástico conta com exibição de curtas nacionais a partir de 16h30, com classificação para 12 anos, e o longa “A Mata Negra”, às 18h30, que tem classificação para 16 anos. A entrada é gratuita, no Teatro Gebes Medeiros.

No Teatro da Instalação, às 19h, será a vez dos  grupos Wagôh Pakob, do povo Paiter Surui, e Byjyyty Osop Aky, do povo Karitiana, realizarem apresentação pelo projeto Sonora Brasil Sesc.

Às 20h, no Teatro Amazonas, será apresentado “Josephine, o palco da vida”. O espetáculo é de jazz musical com base nas técnicas de jazz dance, na linguagem de Bob Fosse, e conta a história uma garota jovem, negra, de origem humilde, moradora de um bairro americano que faz da sua rotina de tarefas triviais e corriqueiras um palco de espetáculos.

A entrada custa R$ 20 para todos os lugares e os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Amazonas e nositebilheteriadigital.com/teatroamazonas.

Elenco de “Josephine”
Foto: Divulgação

Domingo (11/8) – No Dia dos Pais, o Teatro Amazonas oferece um concerto para a toda a família, a partir das 11h. O “Concertos para Juventude”, com a Amazonas Filarmônica, terá obras de Mozart, Beethoven e Haydn. No evento, maestro e músicos interagem com o público sobre curiosidades da música clássica e sobre o funcionamento de uma orquestra. A regência é do maestro Marcelo de Jesus, com Renan Branco ao piano. A entrada é gratuita.

Às 17h, no Largo de São Sebastião, será realizado mais um “Encontro de Motociclistas”, com exposição de veículos de duas rodas e  sorteios de brindes. A atividade é aberta ao público.

Às 19h, o Corpo de Dança do Amazonas apresenta “A Quem Será que Se Destina”, no Teatro Amazonas, também com entrada gratuita.  Com direção artística de Getúlio Lima, o espetáculo busca, pela proximidade com o público, promover reflexões sobre a vida e a arte. Faz parte da trilha sonora a música “Cajuína”, de Caetano Veloso, que tem sua sonoridade e poesia traduzidas pelos bailarinos do CDA, numa coreografia baseada na linguagem da dança contemporânea.