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CULTURADOAM

Sedecti participa de 3º Encontro de Economia Criativa e Teatros de Ópera na América Latina

Evento tem papel significativo no fomento da cultura e também abre canal de discussão para propostas intersetoriais

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) participou na manhã desta sexta-feira (20/05), do 3° Encontro de Economia Criativa e Teatros de Ópera na América Latina. O evento faz parte da programação do 24° Festival Amazonas de Ópera (FAO) e aconteceu no Salão Rio Solimões (Avenida Sete de Setembro, 1.546, anexo do Centro Cultural Palácio Rio Negro, Centro de Manaus).

Além de ter um papel significativo no fomento da cultura, o evento também abre um canal de discussão e propostas entre representantes das secretarias de Planejamento, Turismo, Educação, da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e da Fundação Nacional de Artes (Funarte).

“É através desse relacionamento e dessas conversas que o Governo do Estado consegue criar políticas públicas voltadas a essa economia criativa”, destacou o secretário executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedecti, Luiz Herval.

Ele frisou ainda que o momento atual necessita de criação de matrizes econômicas consolidadas. “É realmente isso que vai dar sustentação para o estado e, nesse aspecto, gostaria de dizer que a Sedecti está de braços abertos para essas conversas”, salientou o secretário.

Economia Criativa – O 3º Encontro de Economia Criativa e Teatros de Ópera na América Latina foi promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC).

O evento tem como proposta discutir o potencial e os impactos positivos dos setores de cultura e serviços, como solução para o desenvolvimento social e econômico sustentável da região amazônica.

Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Marcos Apolo Muniz, a indústria da cultura apresenta um mercado promissor que vem sendo potencializado no Amazonas.

“Não podemos pensar somente em cultura como um setor de manifestação artística, mas sim, como um terreno repleto de possibilidades. Postos de trabalho são gerados em produções culturais, empregos formais como, costureiros, aderecistas, serralheiros, além de aquecer o turismo e o comércio no estado”, afirmou Apolo.

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