Filhos do Guaraná (Waranã), os Sataré-Mawé cultivam por essa planta um respeito ritual, já que ela está associada à sua cosmologia e à sua estruturação social.
Na memória dos mais velhos ainda é muito viva a narrativa mitológica do menino morto “que pelas artes mágicas e a pajelança da mãe transformou-se na planta cujos frutos amadurecidos lembram, no arilo branco com a semente, a forma dos olhos do curumim… narrativa traduzida visualmente no mural de Tetsuro Neo.